Causas e Sintomas da Dependência Química

Causas e Sintomas da Dependência Química

São diversos fatores que fazem com que uma pessoa venha a fazer uso de drogas ou álcool, curiosidade, influência de amigos ou querer fazer parte de um grupo, falta de habilidade de lidar com problemas, perdas, dificuldades ou tristezas, ganhos, alegrias sucesso, o consumo de drogas e álcool também está relacionado a cultura, estilo de vida, esporte que se pratica, lugares que se frequenta, até a relação com o trabalho promove o uso de álcool e muitas vezes drogas como cocaína, maconha e outras, em eventos e festas estão relacionados a padrões de consumo de álcool e drogas. Também existem os fatores genéticos que influenciam diretamente, estes já constam como fator científico diagnosticado por profissionais da área de pesquisa de doenças com influência genética. A recuperação de um dependente de álcool ou drogas no caso de internação por abuso de substâncias químicas do paciente estará ligado a história de vida deste paciente, e estes fatores acima citados estão relacionados diretamente, quanto mais embasamento do histórico do paciente referente à família, criação e outros, teremos maiores condições de diagnosticar a causa da dependência de álcool e drogas do paciente em recuperação e ter um resultado realmente satisfatório.

Sintomas da dependência Química

Aspectos da Dependência Química

Existem dois mecanismos básicos de repetição do uso de drogas relacionado ao comportamento que não são considerados patológicos: o reforço positivo e o reforço negativo. O reforço positivo é o comportamento que busca o prazer, quando a pessoa usa uma substância que gera uma satisfação por meio dos estímulos que esta substância produz, ela usa novamente para obter a mesma satisfação e continua no uso. O reforço negativo acontece quando o dependente sente desprazer, angústia e dor e procura por meio do uso da droga compensar esta sensação. No início a pessoa busca o prazer que a droga proporciona, mas a medida que a dependência vai se instalando, o uso se torna cada vez maior, e isto acaba por não mais satisfazer o dependente químico, não gerando mais o prazer que antes ele sentia, desta forma o uso das drogas acaba sendo necessário para diminuir  a dor e o desconforto de não estar mais sobre o efeito da droga. Estes reforços são recursos normais que acabam se adaptando ao mecanismo do dependente.

Tolerância e Dependência Química

A tolerância não esta associada a dependência química. A tolerância é a necessidade de ingerir mais drogas para ter o mesmo efeito, a medida que o viciado em drogas usa a substância química, aumenta sua tolerância, é necessário doses maiores para que o efeito da drogas no organismo seja o mesma das primeiras doses. Se no inicio do uso das drogas o dependente químico para obter a mesma sensação de prazer e tranquilidade usava uma quantidade de drogas de preferência, depois de duas ou três semanas (por Exemplo), são necessários duas doses ou uma quantidade maior para ter o mesmo efeito. Assim podemos afirmar que o viciado em drogas esta desenvolvendo tolerância as drogas, e aumentando seu uso gradativamente. A partir desta fase o dependente de drogas usa cinco ou mais porções da sua droga de preferência para ter o mesmo resultado que antes tinha com uma porção, e o mais importante é entendermos que não é o efeito que a droga causa no organismo no sentido de entorpecer , mas sim a tolerância que o dependente químico veio adquirindo com o tempo de uso das drogas e a perda do efeito da droga no organismo, isto faz com que o dependente químico tenha um aumento no uso da droga assustador. A tolerância esta antes da dependência, isto significa que indícios de tolerância não determinam dependência.

A medida que a tolerância aumenta a dependência esta  próxima e fica evidente. Estes fatores são simultâneos e assim determinamos que a pessoa se tornou, dependente das drogas quando ela não tem mais forças para interromper o uso por si própria, com sua vontade. O dependente de drogas  no inicio irá afirmar que pode parar de usar substâncias químicas  quando quiser, sempre ouvimos isto, desta forma o dependente encobre o uso de drogas e esta resistente negando sua relação com o químico, esta afirmação do dependente químico e a sua verdade e foi criada por ele mesmo, não adiantando nenhuma abordagem que diga o contrario daquilo que ele acredita. É a negação do dependente de drogas para a recuperação necessária para um tratamento, nunca teremos uma conscientização por parte do dependente químico, este sempre irá lidar com a doença de forma onde irá defender o seu uso como um advogado defende seu cliente, precisamos neste momento entender que esta decisão é da família do dependente, pois ele não tem condições de tomar esta, saiba mais em tratamento involuntário contra a vontade do paciente, tire suas duvidas sobre tratamento involuntário.

Aspectos gerais do uso de drogas

O viciado em drogas geralmente dificulta a identificação da doença da dependência química por causa da negação de que é um dependente de drogas. Além disto, é difícil identificar se o dependente químico esta entre o uso “social” ou é dependente de drogas realmente, por que estes limites nem sempre ficam claros.

Quando se consegue diagnosticar a dependência química, o drogado concorda que necessita de tratamento, a questão que fica mais evidente é o tempo que este dependente químico vem no uso das drogas, e o conceito de vida nas drogas que ele tem por conta dos anos de uso, isto acarreta prejuízos diversos e para reverter o processo é mais difícil do que um dependente químico que recebe tratamento logo no início do uso de drogas, este é mais um dos tantos motivos que o tratamento involuntário se torna mais eficaz e atinge melhores resultados, saiba mais em tratamento involuntário e duvidas sobre tratamento involuntário.

Um dos motivos que acaba barrando o dependente de drogas de procurar um tratamento é o estigma social que é muito forte no meio social quando se refere ao usuário de drogas, e isto atrasa a intervenção terapêutica. No tratamento o profissional deve estar atento as mudanças de comportamento do dependente químico no sentido de diálogo com familiares e conjugue, atentar se a frequentes explosões de temperamento onde se percebe raiva, hostilidade, perda de interesse nos prazeres comuns, nas relações sociais, profissionais, familiares e etc. Da mesma forma as drogas pode ser usado para inibir ou desinibir a relação conjugal e o ato sexual.

Fica claro também alterações no meio profissional, o viciado em drogas no trabalho deixa de cumprir com questões básicas de responsabilidade, se irrita com facilidade com colegas e com a rotina do ambiente, também podemos notar o aumento expressivo de acidentes de trabalho e acidentes de transito por conta do uso abusivo de drogas.

É evidente que quando tomamos conta destas mudanças em modo geral é fato que o indivíduo perdeu o controle sobre as drogas, e pode estar travando uma luta para diminuir o consumo de drogas, mas geralmente estas iniciativas se tornam fracassos.

Esta fase do uso abusivo de drogas, além de acarretar diversos problemas na vida do dependente químico na questão profissional, social e familiar, também gera uma mudança e um desconforto físico com os seguintes sintomas; vômitos pela manhã, dores abdominais, diarreia, gastrites, aumento do tamanho do fígado, confusão mental e perturbação causado pela má funcionamento das funções do fígado e hepáticas, acidentes acontecem com mais frequência, esquecimentos com mais intensidade do que os lapsos que ocorrem naturalmente pela condição física que o dependente químico se encontra, crises convulsivas, aumento considerável de infecções dependendo também da predisposição e tantos outros.

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