Internação Compulsória

Internação Compulsória

A internação compulsória é a alternativa legal (lei nº 10.216, 16 de junho 2001), e mais tranquila do que se pode imaginar. Além disso, a maioria absoluta dos pacientes adere ao tratamento após a abordagem terapêutica e a estabilização do quadro clínico.

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Internação Compulsória

Quando um dependente químico coloca em risco outras pessoas ou a própria vida, é classificado como apto para internação compulsória.

A pessoa perdeu o discernimento sobre seus atos, assim como tem alto comprometimento da saúde física e psíquica devido à dependência química.

A clínica de internação compulsória deve ser reconhecida pelo Ministério Público para poder efetivamente atender os casos de tratamento de dependentes de drogas e álcool que não querem se tratar, não basta somente fazer a internação como a legislação prevê, é importante que a família esteja a par dos documentos que a clínica de internação compulsória tenha para desenvolver soluções nestes casos específicos.

Porém, a família deve estar atenta aos procedimentos necessários e exigir da instituição que procura os documentos e registros que autorizam esta forma de internação:

  • Alvará de Funcionamento emitido pela prefeitura;
  • Autorização da Vigilância Sanitária; Inspeção do Corpo de Bombeiros;
  • Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES);
  • Autorização do Conselho Regional de Medicina do Estado.

Sem estes registros, bem como responsáveis técnicos – médicos psiquiatras e de clínica geral – não é possível, e muito menos seguro, realizar internações compulsórias.

 

A maioria das Clinicas de Recuperação não podem receber pacientes compulsórios a clínica de internação compulsória deve possuir licença e reconhecimento do Ministério Público Equipe técnica formada por médico psiquiatra como responsável técnico psicólogos terapeutas e principalmente local de enfermaria com estrutura para pré hospitalização conforme manda a lei.

É fato que na maioria dos serviços que são oferecidos por clínicas de recuperação que tratam dependentes químicos não estão devidamente regulamentados nós do centro terapêutico especializado na clínica de internação compulsória possui todos os documentos vigentes para praticar este tipo de tratamento a família deve ter um responsável que tenha relação sanguínea com o paciente e deve assinar os protocolos que serão manifestados junto ao Ministério Público não trate o seu paciente em locais que não tenham a devida documentação é importante que sejamos todos conscientes da necessidade da clínica de internação compulsória estar devidamente documentada e autorizada para receber o seu ente querido e tratar além do amor com Total responsabilidade.

Internação Compulsória para dependência química

As famílias que nos procuram para fazer internação complusória para dependência química estão completamente fragilizadas, em casos que os filhos têm dentro da sua casa o uso de drogas dos Pais é muito complexo para quê esses integrantes da família possam se posicionar numa internação involuntária para dependência química do seu ente querido.

Em casos mais frequentes percebemos que as famílias que convivem com dependentes de drogas e alcoólatras tem um desgaste emocional muito grande, uma internação Compulsória para dependência química vem seguido de uma cor dependência familiar quanto a situação a problemática e todas as condições gerais que o usuário de drogas e alcoólatra produz dentro do seu próprio lar, é fato que numa construção de vida o uso de drogas dentro da família não pode participar A não ser que todos os integrantes desta sejam dependentes químicos e tenham perdido os valores e os princípios da família.

A fim de ajudar a nossa nação que vem encontrando enfrentando problemas de ordem de saúde pública quanto a dependência de drogas uso de álcool e medicamentos desenfreado houve uma legislação atuante a partir da lei de 2001 10.216 promovendo a autoridade de internação Compulsória para dependência química de um familiar que seja correspondente de grau sanguíneo e possa fazer essa internação manifestando um documento ao Ministério Público por intermédio da Clínica responsável que recebe o paciente ou ente querido mencionado como dependente químico de crack cocaína e Álcool.

Equipe profissional Completa

Médicos psiquiatras
Terapeutas Ocupacional
Equipes de enfermagem 24h
Equipes de Apoio e Segurança 24h
Nutricionistas
Professores de Educação Física

Internação Compulsória para Alcoólatra

A Internação Compulsória para Alcoólatra é um método especializado de tratamento em nível critico de alcoolismo, promovendo a restauração da saúde emocional e psicológica. O Tratamento Compulsório para alcoólatras é um método correto de impedir que o dependente continue a atentar contra sua própria vida, através de um programa terapêutico especializado. Quando o abuso do álcool está colocando em risco, não somente a vida do alcoólatra más de toda a família é preciso procurar um tratamento Compulsório especializado, para evitar danos maiores e muitas vezes irreversíveis. A decisão de internar o dependente de álcool para realizar um tratamento contra sua vontade, é amparada pela Lei 10.216 de 6 de abril de 2001, que defende o direito dos familiares e responsáveis buscarem um tratamento de recuperação especializado para salvar a vida do dependente de álcool. Todos os procedimentos e métodos aplicados pela nossa Clinica de recuperação está amparada por esta lei. O Tratamento Compulsório é iniciado através do Resgate e Internação Involuntária, realizados por nossa equipe especializada e comprometida com a integridade total dos pacientes. A dependência alcoólica provocam vários desvios de comportamento e danos à saúde do dependente que mostram claramente a necessidade de intervir através do Tratamento Compulsório.

Internação Compulsória

Regime de Internação Continuada

Internação Compulsória

Psicoterapia Ambulatorial

Internação Compulsória

Resgate de Emergência

Internação Compulsória

Acompanhamento ambulatorial

Internação Compulsória

Na unidade de internação, o paciente tem 24 horas de assistência profissional qualificada, onde o foco será a reabilitação e reinserção social através de métodos eficientes. Após este período, o dependente passa ao atendimento ambulatorial.

Clínica de recuperação com Internação Compulsória

A internação Compulsória é a alternativa legal (lei nº 10.216, 16 de junho 2001), e mais tranquila do que se pode imaginar. Além disso, a maioria absoluta dos pacientes adere ao tratamento após a abordagem terapêutica e a estabilização do quadro clínico.

Nossa Clínica de recuperação é uma das poucas instituições, no Brasil, plenamente aptas para este trabalho, com profissionais treinados para garantir o bem-estar do paciente do momento que deixa sua casa até o retorno ao lar.

A internação Compulsória é a prática de utilizar meios legais como parte de uma lei de saúde mental para internar uma pessoa em um hospital psiquiátrico, clínica ou enfermaria contra a sua vontade ou sob os seus protestos.

No caso da internação Compulsória do paciente dependente químico é realizada quando a sua capacidade psíquica é afetada momentaneamente devido ao abuso de substâncias psicoativas (drogas e álcool).

O dependente não consegue mais escolher entre o consumo e a abstinência, ele está tão tomado pela doença que não consegue perceber os danos que causa a si e à sua família.
Não. A internação é Compulsória, mas o tratamento apenas tem êxito quando o paciente aceita e entende a necessidade do tratamento.

A família deve procurar uma clínica de recuperação ou instituição que acolha o indivíduo assegurando seu bem-estar, com técnicas terapêuticas eficazes que possam oferecer a ele alternativas para um novo comportamento, sem drogas.
A internação Compulsória é uma intervenção necessária, pois, quando o indivíduo já está tomado pela dependência, ele não consegue mais distinguir o que faz bem ou mal para si e sua família, podendo sofrer consequências graves, inclusive a morte.

E a família, neste momento, deve ter a consciência de que internar, mesmo contra a vontade do paciente, é o caminho para que o indivíduo torne a ter uma vida sem a dependência das drogas.
Sim. A internação Compulsória está prevista pela Lei 10.216, de 6 de abril de 2002, regulamentada pela portaria federal nº 2.391/2002/GM.

Atenção: procure saber se a instituição que procurou respeita estas determinações legais, pois nem todas as entidades que prestam este serviço possuem autorização para realizá-lo.
Art. 2º. Definir que a internação psiquiátrica somente deverá ocorrer após todas as tentativas de utilização das demais possibilidades terapêuticas e esgotados todos os recursos extra-hospitalares disponíveis na rede assistencial, com a menor duração temporal possível.

Art.4º Estabelecer que as internações Compulsórias, referidas no art. 3.º § 2º, deverão ser objeto de notificação às seguintes instâncias: I – ao Ministério Público Estadual ou do Distrito Federal e Territórios onde o evento ocorrer, II – à Comissão referida no art. 10º.

Art. 5º Estabelecer que a Comunicação de Internação Psiquiátrica Compulsória deverá ser feita, no prazo de 72 horas, às instâncias referidas no artigo anterior, observado o sigilo das informações, em formulário próprio (Termo de Comunicação de Internação Psiquiátrica Compulsória, modelo constante do Anexo desta Portaria), que deverá conter laudo de médico especialista pertencente ao quadro de funcionários do estabelecimento de saúde responsável pela internação.

Parágrafo único. O laudo médico é parte integrante da Comunicação de Internação Psiquiátrica Compulsória, a qual deverá conter obrigatoriamente as seguintes informações:
Confira a lei completa pelo link:

http://www.docstoc.com/docs/580121/Di%C3%A1rio-Oficial-da-Uni%C3%A3o-Poder-Executivo

A partir do momento em que a internação é solicitada à clínica de recuperação ou instituição de saúde, o ministério público é informado, de acordo com as determinações da portaria federal nº 2.391/2002/GM e da lei 10.216.

O processo é feito com diagnóstico médico, elaborado por psiquiatra e ou clínico especialista em dependência química.

Apenas pessoas de ligação consanguíneas – ou seja, pai, mãe, irmão, tio, avô – têm autoridade para solicitar a internação Compulsória. Cônjuges, por sua vez, não têm a permissão de autorizar este tipo de internação.

Após estar ciente de todos estes detalhes sobre internação Compulsória, a família pode estar segura de que há, no país, instituições altamente qualificadas para prestar este serviço, respeitando não somente estas normas, mas garantindo serviço eficaz e de qualidade.